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segunda-feira, 21 de abril de 2014



A 07 de Janeiro de 1929 travou-se o combate de Abóbora, povoado de Juazeiro, BA, lembrado pela morte de Mergulhão, (foto) cujo nome real era Antônio Juvenal da Silva, mas que aparece citado também, na literatura sobre o Cangaço como AntônioRosa. Da visita ao local pode colher alguns depoimentos e bater algumas fotos.

Antecipando algo do material, observo que a povoação está muito mudada, em relação ao contexto de então, mas há muitos elementos reconhecíveis e outros identificáveis através de testemunha ainda viva dos eventos.

Sabemos que o fogo se deu quando a volante chegou e os cangaceiros dançavam em uma casa, num forró.

A causa do forró, na verdade, era alheia aos cangaceiros. Era festejo local pela construção de uma nova "armação" para a feira do povoado, que, na verdade, não passava de uma arranjo descontínuo e desordenado de casas mais esparsas. O cemitério local foi o sítio de maior destaque, onde morreram os dois policiais, soldados José Rodrigues e Manoel Nascimento. Nesse rochedo, Lampião e Ezequiel se apadrinharam para disparar contra a volante, que se encontrava no Povoado de Abóboras. A posição da volante era aproximadamente a da caixa d'água vista ao longe, entrincheirada no antigo cemitério.




A 07 de Janeiro de 1929 travou-se o combate de Abóbora, povoado de Juazeiro, BA, lembrado pela morte de Mergulhão, (foto) cujo nome real era Antônio Juvenal da Silva, mas que aparece citado também, na literatura sobre o Cangaço como AntônioRosa. Da visita ao local pode colher alguns depoimentos e bater algumas fotos.

Antecipando algo do material, observo que a povoação está muito mudada, em relação ao contexto de então, mas há muitos elementos reconhecíveis e outros identificáveis através de testemunha ainda viva dos eventos.

Sabemos que o fogo se deu quando a volante chegou e os cangaceiros dançavam em uma casa, num forró.

A causa do forró, na verdade, era alheia aos cangaceiros. Era festejo local pela construção de uma nova "armação" para a feira do povoado, que, na verdade, não passava de uma arranjo descontínuo e desordenado de casas mais esparsas. O cemitério local foi o sítio de maior destaque, onde morreram os dois policiais, soldados José Rodrigues e Manoel Nascimento.


COMBATE NAS CARAIBAS: LAMPIAO TOMOU CONHECIMENTO QUE HAVIA DUAS VOLANTES EM SEU ENCALÇO, COMANDADAS POR OPTATO GUEIROS E HIGINO BERLAMINO DE MORAIS. JUNTAS SOMAVAM QUARENTA HOMENS, INCLUINDO ALGUNS NAZARENOS. LAMPIAO RESOLVEU EMBOSCAR SEUS PERSEGUIDORES, APROVEITANDO A TOPOGRAFIA DA REGIÃO DE CARAIBAS, AO LADO DO RIACHO POÇO DA CRUZ. LAMPIAO CONTAVA COM O AUXILIO DE MANOEL PEQUENO, FAMOSO BANDOLEIRO QUE COMANDAVA OS " CABLOCOS", MORADORES DE UMA LOCALIDADE CHAMADA JACARÉ. O TIROTEIO COMEÇOU AS 17:H NO DIA 15-02. LAMPIAO ABANDONOU A LUTA, LEVANDO ALGUNS FERIDOS, OS SOBREVIVENTES DA VOLANTE DERAM O INCIDENTE POR ENCERRADO COM A FUGA DOS CANGACEIROS, E RUMARAM PARA SÃO SILVESTRE.

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